Inovação nos Processos e o papel colaborativo de TI__

Inovação é a palavra de ordem! Neste artigo você irá conferir qual o papel colaborativo de TI em Inovação nos Processos.

Este artigo foi escrito por Marcelo Gomes, Gerente de Excelência Operacional da Wow Nutrition, especialmente para a ebdi.

Inovação nos Processos e o papel colaborativo de TI

Inovação é a palavra de ordem nas empresas de todos os tamanhos, e sua aplicação no apoio ao negócio se baseia em Tecnologia de Informação.

São inegáveis os benefícios oferecidos pelo uso de TI nas organizações entre eles podemos citar a redução de custos oriunda da integração de processos e áreas, aumento de produtividade com a automação de alguns processos, melhoria no desempenho, e em alguns casos geração de lucros.

O objetivo deste artigo é comentar sobre quais os fatores que afetam a capacidade de inovação de uma empresa e demonstrar que o papel do gestor de TI é fundamental para criação e manutenção de uma organização inovadora em processos.

Com a globalização, o mundo produz mais, a integração econômica aumenta a produtividade e melhora as condições das pessoas.

Nesse contexto a posição competitiva de uma organização está ligada à sua habilidade de inovar-fornecera clientes novos e já existente suma sucessão contínua de novos produtos e serviços.

Inovação e cultura organizacional

Além da inovação nas dimensões de Produto e de Processo, Tidd e Bessant consideram que a inovação pode ser perseguida também na dimensão do Paradigma, que classificam como: ‘mudanças nos modelos mentais subjacentes que orientam o que a empresa faz’.

Pelo seu caráter de mudança e risco, inovar assusta algumas organizações e está aí o grande desafio: é preciso lançar a semente na cultura organizacional – personalidade básica de uma empresa, como as pessoas interagem e trabalham – pois é na cultura que são criados parâmetros para qual comportamento é desejável e será encorajado, e qual é inaceitável e será censurado.

A postura inovadora nem sempre é fácil, pois depende de um ambiente favorável, de pessoas criativas e sem medo de errar, de recursos para gestão do conhecimento em interação muito próxima com os atores do processo, de modo a perceber as oportunidades.

Inovação nos Processos e o papel colaborativo de TI

Segundo Bateman e Snell a liderança e a colaboração são os diferenciais para o sucesso de toda organização que pretenda ser bem-sucedida no mundo globalizado e destacam quatro práticas básicas que devem ser levadas em consideração para conquistar e manter clientes/consumidores satisfeitos e construir vantagens competitivas: custos, qualidade, velocidade e inovação.

Eles afirmam que: ‘inovação e a mudança de método ou na tecnologia’.

Fazer essa amálgama entre as áreas está nas mãos da gestão de TI, além de criar condições para um ambiente livre de barreiras e que incentive a adoção de parceiros para os ganhos rápidos na inovação.

Esta não é uma chamada ao anarquismo, mas sim um movimento para que as áreas responsáveis pela execução dos processos de negócio e pela estruturação da eficiência organizacional criem pequenas revoluções na cultura da inovação, tornando-se os legítimos condutores desse processo.

Nesse movimento é importante selecionar os indivíduos-chave que:

  • energizam ou facilitam a inovação;
  • promover o incentivo `a criatividade,
  • aceitação do fracasso como forma de impulsionar o pensamento criativo e a exposição
  • ao risco; implementar equipes multifuncionais em torno de uma visão comum;
  • valorizar os relacionamentos sociais e os aspectos humanos.

MVP – inovação nos processos

Muitos acertos estão a caminho, mas também alguns erros, e para ‘errar mais rápido’ e corrigir o erro mais cedo é importante pensar em entregas com produto viável mínimo (MVP), um conceito do Lean Startup que enfatiza o impacto do aprendizado no desenvolvimento de novos produtos.

Eric Ries, definiu um MVP como a versão de um novo produto que permite que uma equipe colete o máximo de aprendizado validado sobre clientes com o mínimo de esforço.

A aplicação sistemática da gestão do conhecimento por meio das lições aprendidas contribuiu para a mitigação dos erros e perpetuação das boas práticas, e é fundamental para criação de novos conhecimentos.

Inovação nos Processos e o papel colaborativo de TI

Nem sempre o orçamento possibilita que a empresa tenha ambientes físicos semelhantes aos das corporações líderes em inovação – agradáveis em termos visuais e sonoros, com espaços compatíveis aos momentos de criação e descanso (salas especiais, espaços de convivência, arranjos flexíveis, cores das paredes) – mas é possível que esse conceito inovador seja formado no “mind set” da equipe, abusando se possível de ferramentas disponíveis no mercado para organização das ideias, estruturação e acompanhamento das atividades e gestão do conhecimento.

O que deve existir é um ambiente no qual os inovadores – aqueles com as ideias malucas – possam agir de forma organizada e com apoio da gestão.

Nesse ambiente devem coexistir gestão de tecnologia, gestão de pessoas e gestão de parcerias.

Portanto ao corroborar com os autores citados entendesse que o momento é mandatório para ir além de se concentrar apenas na simplificação de processos, é necessário desenvolver novas estratégias e trazer inovação aos processos de negócio, tendo a habilidade de fazer a jornada do discurso para a prática por meio da parceria entre os líderes de negócios e de TI, mobilizando os recursos e engajando os colaboradores nessa transformação.

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